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Em Três Marias (MG), Cemig inicia operação de primeira usina do seu novo plano de Investimentos

.Companhia está investindo valor recorde de R$ 22,5 bilhões em Minas Gerais até 2025

A Cemig inaugurou, nesta segunda-feira (20/12), a Usina Fotovoltaica Três Marias de Geração Distribuída (GD), primeiro empreendimento de uma série de usinas que estão atualmente em desenvolvimento, dentro do maior plano de investimentos da sua história, anunciado este ano. Serão investidos R$ 22,5 bilhões, até 2025, em geração, transmissão e distribuição de energia, além da geração, distribuição e comercialização de gás natural.

Para a geração serão aplicados R$ 4,6 bilhões, visando o acréscimo de 1 gigawatt (GW) de capacidade instalada, por meio de iniciativas com foco no aproveitamento das fontes renováveis. O evento contou com a presença do presidente da companhia, Reynaldo Passanezi Filho, do diretor de Geração e Transmissão da Cemig, Thadeu Carneiro da Silva, do presidente da Cemig SIM, Danilo Gusmão Araújo, além de autoridades regionais.

A UFV Três Marias GD, localizada no município de Três Marias, região Central de Minas, marca a retomada da Cemig no desenvolvimento próprio de projetos “greenfield”, que incluem as atividades desde os estudos técnicos iniciais até a construção e a operação do empreendimento. As obras, iniciadas em abril deste ano, receberam investimentos de cerca de R$ 12 milhões na implantação da usina, que conta com mais de 5.000 painéis solares instalados. Uma parcela (40%) da energia gerada pela unidade será destinada ao autoconsumo da Cemig GT e o restante será comercializado via Cemig SIM.

O presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, falou da impôrtancia da inauguração da nova instalação, durante o evento de hoje em Três Marias. ”Este é um momento muito especial para todos nós da Cemig. Essa usina mostra a nossa capacidade de voltar a crescer, de retomar o desenvolvimento da empresa depois de muitos anos”, avaliou o executivo.

”O Conselho de Administração aprovou o maior programa de investimentos da história da Cemig”, continua o presidente da companhia, ”são R$ 22,5 bilhões de investimentos, sendo que R$ 4,6 bilhões só em geração. E o centro de investimentos em geração será aqui. A Cemig quer ser indutora do desenvolvimento em Minas Gerais, e Três Marias faz parte da história do desenvolvimento do estado e do Brasil”, finaliza.

“Em situações de crise hídrica, como o Brasil viveu recentemente, a energia solar gerada por esse tipo de usina é um recurso a mais para aliviar o uso dos reservatórios das hidrelétricas”, salienta o diretor de Geração e Transmissão da Cemig, Thadeu Carneiro da Silva. Além desse empreendimento, a companhia está com licitação aberta para a construção de mais três parques solares que, juntos, vão somar mais de 270 megawatts-pico (MWp) de capacidade instalada. A previsão é de que essas usinas comecem a ser construídas já em abril do próximo ano para serem entregues a partir de janeiro de 2023.

Mais investimentos

A Cemig está presente há seis décadas no município de Três Marias, tendo uma participação fundamental no desenvolvimento regional. A usina hidrelétrica, com capacidade instalada de 396 MW, foi um marco na engenharia brasileira, porque sua implantação pela Cemig, nos anos 1960, permitiu ao país adquirir conhecimento para a construção de grandes barragens de geração elétrica. Além disso, sua operação é fundamental para a regulação do Rio São Francisco, no trecho entre a barragem e a Usina de Sobradinho, na Bahia.

Além da UFV Três Marias GD, a Cemig pretende construir duas usinas solares flutuantes no reservatório da usina hidrelétrica, que terão 78 e 273 MWp de capacidade instalada. A conclusão da primeira usina solar deve ocorrer em 2023 e a da segunda, tão logo alguns temas envolvendo hibridização e conexão de escoamento da energia sejam concluídos.

“Investimentos baseados na hibridização, isto é, que envolvem a combinação de duas fontes energéticas diferentes, são uma tendência atual, pois permitem o melhor aproveitamento dos recursos. Além disso, a usina solar instalada no lago das hidrelétricas auxilia na preservação dos reservatórios, minimizando a evaporação da água”, explica o diretor de Geração e Transmissão, Thadeu Carneiro da Silva.