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Cemig apresenta resultados do primeiro trimestre e anuncia medidas para enfrentamento da pandemia

.O resultado confirma o acerto da gestão adotada pela empresa desde o início de 2020 e permitirá a adoção de medidas fundamentais

A Cemig apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 587 milhões no primeiro trimestre deste ano. O resultado confirma o acerto da gestão adotada pela empresa desde o início de 2020 e permitirá a adoção de medidas fundamentais, junto com outras iniciativas dos governos federal e estadual, para o enfrentamento da pandemia do coronavírus, com a garantia do fornecimento de energia, implementação de medidas de segurança para os empregados, promoção dos canais digitais de atendimento, aplicação de recursos em hospitais de Minas Gerais e otimização das despesas operacionais.

O presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, disse, nesta segunda-feira (18/5), que está mantido o programa de investimentos destinado a recompor e atualizar o sistema de distribuição de energia, no valor de R$ 6,7 bilhões até 2022. Em distribuição, está previsto o investimento de R$ 1,5 bilhão este ano, dos quais R$ 228 milhões já foram investidos até março passado. Também serão aplicados outros R$ 247 milhões em geração e transmissão, até o final do ano.

O balanço financeiro da Cemig apresentou efeitos não-recorrentes, como a reavaliação do valor da Light, devido à previsão de venda da concessionária fluminense, e do valor da transmissora Centroeste, cujo impacto negativo total é de R$ 368 milhões no lucro líquido.

A dívida na moeda americana responde por 51% do total das dívidas da empresa, mas, devido a adoção de instrumento de hedge, foi convertida em percentual de CDI. Dessa forma, mesmo com a alta do dólar, o custo real da dívida da empresa caiu quase pela metade em comparação com março do ano passado, de 4,62% para 2,38%.  O efeito negativo no lucro líquido foi de R$ R$ 289 milhões, relacionado à dívida de Eurobonds e ao instrumento de hedge correspondente.

Variação do consumo

Nos três primeiros meses do ano, a Cemig apresentou uma redução de 2% no volume de energia distribuída na sua área de concessão, em relação ao mesmo período do ano passado, em função do grande volume de chuvas e temperaturas mais amenas registradas. Em abril, dados preliminares apontaram uma queda média de 10,3% na energia total distribuída em relação ao mesmo mês do ano passado, bem como para consumidores livres (10,5%) e consumidores cativos (10,2%).

Melhorias

As melhorias na gestão estão surtindo efeito com a redução da duração média de interrupção no fornecimento de energia elétrica aos consumidores, associada a uma economia de 8,2 % nos custos gerenciáveis, no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

“Graças aos avanços na gestão da empresa, a Cemig poderá manter os investimentos previstos e garantir o fornecimento de energia elétrica neste momento que atravessamos, com diversas medidas como a disponibilização de canais digitais para as solicitações dos clientes, a diminuição de 17% do tempo de restabelecimento dos atendimentos emergenciais, a redução dos desligamentos programados, aumento das equipes que fazem a manutenção em linha viva, isto é, sem interrupção no fornecimento, e priorização do atendimento aos serviços essenciais, como hospitais e postos de saúde”, disse Passanezi Filho.

Passanezi ressaltou ainda as medidas implementadas pelos governos federal e estadual, como a vedação do corte por inadimplência para algumas classes de consumidores, a isenção de pagamento pelos consumidores de baixa renda e a redução dos encargos para distribuidoras e consumidores livres.