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Cemig e o Sistema Interligado Nacional
Divulgação ONS 
 
Representação do Sistema Interligado Nacional

 

Pela grande disponibilidade de recursos hídricos no território brasileiro, grande parte da matriz de energia elétrica nacional é composta de hidroeletricidade, com a participação hidráulica próxima de 64% (fonte: Aneel).​ Falando do Grupo Cemig, 97% da potência instalada provêm de fontes hidráulicas, 2% de combustíveis fósseis e 1% de energia eólica.

A hidroeletricidade é uma fonte limpa, de baixo custo e dependente de fatores climáticos, que definem períodos de chuva ou estiagem. Como o Brasil possui grandes dimensões territoriais, existem diferenças hidrológicas significativas entre as diversas regiões, ou seja, os períodos secos e os de chuvas não são coincidentes.

Para aproveitar essa diversidade hidrológica e minimizar os riscos de falhas no abastecimento, o sistema elétrico nacional é interligado, com linhas de transmissão que permitem trocas energéticas entre as diversas regiões do país. Assim, existe um fluxo permanente de energia elétrica entre as regiões, garantindo que as que estiverem com melhores afluências nos rios e maiores níveis de armazenamento de água nos reservatórios gerem e enviem energia para as que estiverem atravessando períodos mais secos.

 Para que o sistema interligado funcione de maneira eficiente e otimizada, foi criado o Operador Nacional do Sistema (ONS), que coordena e despacha toda a operação dos reservatórios de forma centralizada, visando produzir energia ao mínimo custo possível com o máximo de segurança no fornecimento para o País.

No sistema interligado, os proprietários das usinas sujeitas ao despacho centralizado não decidem de forma individual quando e quanto gerar em seus empreendimentos. Para garantir o cumprimento dos compromissos de venda de energia assumidos por cada agente, o governo brasileiro criou o Mecanismo de Realocação de Energia (MRE).

Em termos gerais, o MRE promove transferências de energia das usinas que geraram acima da garantia física para as que geraram abaixo, de modo que, ao final dessas trocas, cada usina terá alocado para si uma energia proporcional a sua Garantia Física no processo de comercialização. Desse modo, o fluxo de caixa de cada concessionária proveniente dos contratos de venda de energia, depende da energia produzida em conjunto pelo sistema e não da energia gerada por cada usina isoladamente.

 

 

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