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O que a Cemig tem feito para preservar o meio ambiente?
Para diminuir o impacto ambiental provocado pela construção de usinas hidrelétricas, a Cemig desenvolve programas ecológicos com o objetivo de preservar o meio ambiente. Entre essas ações destacam-se:
Estação de Pesquisa e Desenvolvimento Ambiental de Volta Grande, onde são reproduzidas várias espécies de peixes para repovoamento dos reservatórios das usinas da Cemig. Os peixes de piracema que constituem grande parte das espécies brasileiras não se adaptam, ao regime de águas paradas dos reservatórios.
Para repovoar as represas os técnicos da estação de Volta Grande realizam a reprodução artificial de peixes como piau, dourado, jaú, matrinxã, tambaqui e outros, através das técnicas de hipofisação e hormonização, conseguindo resultados surpreendentes.
Estação de Pesquisa e Desenvolvimento Ambiental de Peti, onde são desenvolvidos estudos de conhecimento da ecologia terrestre e aquática e programas de educação ambiental.
Peti fica em uma área remanescente da implantação da usina do mesmo nome e se localiza no contraforte da serra do Espinhaço, na zona de transição da floresta estacional tropical (Mata Atlântica Interiorana) e o Cerrado, nos municípios de São Gonçalo do Rio Abaixo e Santa Bárbara, a 100 km de Belo Horizonte. Contando com a parceria da UFMG e do Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), foi desenvolvido um completo inventário da fauna e flora da região e identificadas inúmeras espécies animais como mamíferos, aves, anfíbios, répteis, peixes e também espécies vegetais. Esse estudo possibilitou, ainda, a descoberta de novas espécies ainda não conhecidas pela ciência.
A terceira reserva da Cemig é a unidade de Galheiro, instalada entre os rios Quebra-anzol e Galheiro, às margens do reservatório da usina de Nova Ponte. A reserva de Galheiro é a maior unidade de conservação, com 2847 hectares, e faz parte do plano ambiental da área de influência da hidrelétrica de Nova Ponte, a primeira no país a ser construída cumprindo todas as determinações da nova legislação ambiental brasileira voltada para a construção de hidrelétricas.
Nesta mesma região, a Cemig implantou uma nova reserva, a unidade de Jacob, que ainda consta das ações ambientais do reservatório de Miranda. Em 1995, a reserva de Jacob foi reconhecida pela legislação federal como unidade de conservação. Ocupando uma área de 358 hectares, a unidade de Jacob está sendo utilizada para fins de pesquisa e preservação.
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