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Cenário Econômico |
O ano de 2007 foi marcado pela melhoria de praticamente todos os indicadores da economia brasileira.
O Brasil apresentou um crescimento relevante da sua economia em 2007, o Produto Interno Bruto – PIB teve uma variação positiva superior a 5%, conforme estimativas do mercado financeiro, sendo esse aumento impulsionado principalmente pelo mercado interno.
Contribuiu para o crescimento da economia brasileira a redução gradativa e constante das taxas de juros, a Selic diminuiu de 13,25% ao ano no final de 2006 para 11,25% em dezembro de 2007.
A manutenção do processo de redução das taxas de juros em 2008 dependerá principalmente do comportamento da inflação, que apresentou um crescimento preocupante no final do ano. Apesar desse crescimento, a inflação acumulada no período de janeiro a dezembro, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, foi de 4,46%, dentro da meta estabelecida pelas autoridades monetárias do País. |
No que se refere à Balança Comercial, continuamos a apresentar um superávit expressivo, entre os maiores do mundo, no montante de R$ 40 bilhões, mas 14,1% inferior ao verificado em 2006.
Apesar das exportações terem crescido 17% no ano, impactada positivamente pelo aumento do preço dos produtos básicos exportados, houve uma pressão de aumento nas importações, que cresceram em um ritmo mais acelerado, 32% em 2007.
Essa redução no saldo da balança comercial pode ser explicada pelo comportamento da taxa de câmbio, com o fortalecimento do Real em relação ao Dólar Norte-americano.
A cotação do dólar, de R$2,1380 em 31 de dezembro de 2006 reduziu-se para R$1,7713 no final de 2007, um percentual de depreciação superior a 17%.
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Para 2008, espera-se novamente uma taxa expressiva de crescimento da economia brasileira e, em contrapartida, uma maior preocupação das autoridades monetárias com a manutenção das taxas de inflação dentro das metas estabelecidas, o que pode contribuir para a redução no ritmo de queda das taxas de juros.
Esse crescimento da economia brasileira previsto para o próximo ano terá um impacto direto no consumo de energia elétrica, o que torna ainda mais necessário o aumento expressivo dos investimentos na expansão da oferta de energia elétrica, com a manutenção de um ambiente regulatório que estimule a entrada de novos investidores no setor. |
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