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Você tem mãe, avó, irmã, companheira ou filha?

Você é engajado nas causas delas, que envolvem a progressão social, liderança, não violência, paz e segurança?

Para fazer esse questionamento, a ONU Mulheres criou, em 2014, o movimento Eles Por Elas (HeForShe). Esse é um esforço global para envolver e engajar homens e meninos na remoção das barreiras sociais e culturais que impedem as mulheres de atingirem seu potencial.

Segundo o site oficial da ONU, a iniciativa tem como objetivo envolver grandes instituições e, assim, fazer com que os homens possam se identificar com as questões de igualdade de gênero, reconhecendo o papel fundamental que eles podem desempenhar para acabar com a desigualdade enfrentada por mulheres e meninas em todo mundo.

A Cemig também abraça essa causa! Nesta semana, na qual se celebra o Dia Internacional da Mulher (08/03), a Cemig convida todos os empregados para conhecer a página oficial do Movimento e fazer parte do compromisso “Eles por Elas”.

Assine essa causa e defenda os direitos de igualdade de gênero para as mulheres que fazem parte da sua vida.






A violência contra mulheres e meninas é uma grave violação dos direitos humanos, gerando consequências físicas, sexuais e mentais, incluindo a morte.

A violência afeta negativamente o bem-estar geral das mulheres, com efeitos danosos para as famílias, para a comunidade e para o País. A violência tem ainda enormes custos, desde gastos com saúde e despesas legais a perdas de produtividade, impactando os orçamentos nacionais e o desenvolvimento global.







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Em todo o mundo, mais mulheres estão tendo acesso à educação e concluindo seus estudos, entrando no mercado de trabalho e gerenciando negócios. As mulheres contribuem fortemente para a economia, mas ainda existem múltiplas barreiras que as impedem de aproveitar determinadas oportunidades econômicas. Como consequência da discriminação de gênero, as mulheres, muitas vezes, acabam em empregos precários, com baixos salários, sendo pequena a parcela das que conseguem alcançar, por exemplo, posições de chefia.




 

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A participação das mulheres na política e em posições de poder ainda é limitada por uma série de restrições culturais e comportamentais.

Individualmente, algumas mulheres têm superado esses obstáculos com grande sucesso, e muitas vezes para o benefício da sociedade em geral. Entretanto, o acesso à liderança e à participação política deve ser nivelado, abrindo oportunidades para a igualdade.







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Muitas vezes, as mulheres têm menos recursos para se proteger e, junto com as crianças, frequentemente compõem a maior parte das populações deslocadas e refugiadas.

A comunidade internacional reconheceu que a participação das mulheres é fundamental para o alcance e a manutenção da paz. As mulheres são agentes de mudança e muito mais poderão fazer, se tiverem a oportunidade de se manifestar. Elas precisam ser inseridas na construção da paz, na proteção das violações dos direitos humanos e na promoção do acesso à justiça e aos serviços para enfrentar a discriminação.